Melancolia

sábado, setembro 25, 2010



Sinto uma melancolia que me empurra ao poema. Uma força motriz, invisível, porém sentida. Os versos brotam da melancolia da vida, da saudade, de um momento de descanso; ou de cansaço. Somente quando inevitável, é que de quando em quando eu faço um poema. Vida serena, que segue. O poema é interrupção, coisa inútil e leve. Coisa útil e entregue, do poeta ao mundo, em um segundo, ou em horas. Deus sabe como custam os poemas a sair da cabeça e tingir o papel. Melancolia. Desta palavra tão vazia e cheia de sensações incertas é que nasce minha poesia e deságua em mim o poeta.

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